Vamos celebrar o Dia Nacional da Mulher Negra e Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana

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Mesmo com a ausência dos presidentes de Venezuela, Cuba e Nicarágua, chefes de Estado latino-americanos compõem a maioria dos líderes que confirmaram presença na posse de Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto nesta terça-feira, mantendo o padrão das últimas inaugurações de mandato presidencial no país.

A lista de autoridades, porém, deve destoar das anteriores pela presença dos líderes conservadores de Israel e da Hungria, além da fraca presença de mandatários africanos (confira a relação abaixo).

Segundo o Ministério de Relações Exteriores, 12 chefes de Estado afirmaram que participarão da cerimônia de Bolsonaro. O órgão não divulgou todos os nomes, citando questões de segurança.

Na primeira cerimônia posse de Dilma Rousseff, em 2011, houve 21 chefes de Estado; na segunda, 12. Lula recebeu dez chefes de Estado na cerimônia de 2003 e nenhum em 2007.

Líderes de esquerda

Integram o grupo que assistirá à posse de Bolsonaro os presidentes de sete países sul-americanos – incluindo os líderes de esquerda Evo Morales, da Bolívia, e Tabaré Vázquez, do Uruguai.

Os presidentes de Venezuela, Cuba e Nicarágua não foram convidados à cerimônia, segundo o futuro chanceler, Ernesto Araújo, que expôs divergências ideológicas com os três governos e os acusou de ditatoriais pelo Twitter.

Para Geraldo Zaran, professor de Relações Internacionais da PUC-SP, a presença de grande número de líderes sul-americanos na posse de Bolsonaro e de seus antecessores evidencia a importância do Brasil na região.

Ele afirma que o protagonismo do país também explica a vinda dos líderes da Bolívia e Uruguai, cujos países mantêm fortes laços econômicos com o Brasil e teriam optado por uma postura pragmática, apesar das divergências políticas com Bolsonaro.

O Brasil é o maior importador de produtos bolivianos e uruguaios e mantém fronteira com as duas nações.

Ensaio no Palácio do Planalto para a cerimônia de posse presidencial; evento deve contar com 12 chefes de Estado — Foto: Agência BrasilEnsaio no Palácio do Planalto para a cerimônia de posse presidencial; evento deve contar com 12 chefes de Estado — Foto: Agência Brasil

Ensaio no Palácio do Planalto para a cerimônia de posse presidencial; evento deve contar com 12 chefes de Estado — Foto: Agência Brasil

Mais de 8,5 mil vagas serão distribuídas por 2.824 municípios e 34 distritos indígenas. Segundo edital poderá ser publicado na semana que vem para profissionais formados no exterior.

MAIS-MEDICO

O Ministério da Saúde publicou no “Diário Oficial da União”desta terça-feira (20) o edital com cerca de 8,5 mil vagas para o programa Mais Médicos. As vagas, abertas para substituir médicos cubanos, são para profissionais brasileiros e estrangeiros que tenham registro no CRM do Brasil.

A publicação do novo edital faz parte de uma medida emergencial do governo brasileiro após o anúncio da saída de Cuba do programa, na semana passada. Nesta segunda-feira (19), o ministro da Saúde, Gilberto Occhi, disse que presidente Michel Temer determinou que o país tenha o menor impacto possível com a saída de médicos cubanos do programa.

Confira detalhes do edital:

  • Serão 8.517 vagas;
  • No primeiro edital, todas as vagas serão ofertadas aos médicos (brasileiros e estrangeiros) com registro no CRM do Brasil;
  • As inscrições estarão abertas a partir das 8h de 21 de novembro até as 23h59 de 25 de novembro, e deverão ser feitas pelo site maismedicos.gov.br;
  • No edital, é possível ver o número de vagas por município (confira a lista aqui)
  • No ato de inscrição, o profissional escolherá o município disponível para a atuação;
  • Os médicos devem inicar as atividades nos municípios a partir de 3 de dezembro; a data-limite é 7 de dezembro;
  • Se houver vagas remanescentes, um segundo edital será lançado em 27 de novembro com vagas para brasileiros formados no exterior e estrangeiros;
  • Para atuar no Mais Médicos, os profissionais sem CRM não precisarão fazer o Revalida. Eles poderão fazer o Revalida caso queiram exercer atividade também fora do programa.

 — Foto: Alexandre Mauro/Arte G1 — Foto: Alexandre Mauro/Arte G1

— Foto: Alexandre Mauro/Arte G1

As 8.517 vagas estão distribuídas por 2.824 municípios e 34 distritos indígenas. O salário é de R$ 11.800,00.

O sistema de seleção, que estará disponível a partir de quarta-feira (21) no site do programa, vai informar o número de vagas por município, e fica com a vaga o profissional que se inscrever primeiro.

“Se você tem cinco vagas, os cinco primeiros ocuparão essas vagas e não ficará mais disponível a vaga para o seu município. Então, haverá, sim, o limitador da vaga existente e aí nós faremos isso, e o médico, na hora dele acessar, ele só vai poder acessar aonde tiver vaga ainda disponível”, disse o ministro da Saúde, Gilberto Occhi.

Ministério da Saúde vai publicar terça (20) edital com 8.500 vagas para o Mais Médicos
Jornal Nacional
Ministério da Saúde publicou nesta terça (20) edital com 8.500 vagas para o Mais Médicos

Ministério da Saúde publicou nesta terça (20) edital com 8.500 vagas para o Mais Médicos

Formados no exterior

Na semana que vem será publicado um novo edital, com as vagas que não foram preenchidas, desta vez aberto também para médicos brasileiros e estrangeiros formados no exterior. Segundo Occhi, os cubanos que quiserem ficar no país poderão participar.

“Na semana que vem, na segunda-feira, publicaremos um segundo edital, em que esses mesmos médicos que não fizeram sua opção pelo município poderão continuar a fazer, agora em companhia de médicos brasileiros formados no exterior e médicos estrangeiros formados no exterior. Todos os médicos, inclusive os cubanos, que poderão optar por permanecer”, disse Occhi.

O ministro também informou na segunda-feira que vem fazendo reuniões com o ministro da Educação, Rossieli Soares, para agilizar o Revalida, exame aplicado para médicos formados no exterior que pretendem exercer a profissão no Brasil.

“Estamos numa reunião, eu e o ministro da Educação, para que possamos encontrar uma forma mais rápida e eficaz de um novo Revalida, para que médicos brasileiros formados no exterior possam exercer com segurança sua profissão aqui no Brasil”, completou.

O governo brasileiro disse que não vai arcar com os custos da volta dos médicos cubanos porque considera que a decisão unilateral de romper com o programa Mais Médicos foi do governo de Cuba.

Saída dos cubanos

Na semana passada, o governo cubano anunciou que deixaria o Mais Médicos e citou “referências diretas, depreciativas e ameaçadoras” feitas pelo presidente eleito Jair Bolsonaro em relação à presença dos médicos cubanos no Brasil.

Com a saída dos profissionais cubanos do Mais Médicos, cerca de 600 municípios brasileiros podem ficar sem nenhum médico da rede pública a partir do dia 25 de dezembro, segundo o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

Atualmente, cerca de 8,2 mil profissionais do país caribenho participam do Mais Médicos.

Na semana passada, Bolsonaro disse que os profissionais cubanos que quisessem permanecer no país teriam o asilo concedido

Prioridades da equipe de transição incluem Previdência e privatizações

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A primeira semana de trabalho da equipe econômica de transição definiu as prioridades do governo do presidente eleito Jair Bolsonaro. Na lista estão a reforma da Previdência, as privatizações, medidas de ajuste fiscal, a autonomia do Banco Central (BC) e a confirmação do nome que irá comandar a instituição.

Foto: Reprodução

Por determinação de Bolsonaro, a reforma da Previdência deve priorizar, no Congresso Nacional, as propostas infraconsticionais, aquelas que não alteram a Constituição nem impedem a continuidade da intervenção federal na segurança no estado do Rio de Janeiro.

O presidente eleito está negociando diretamente com os parlamentares em busca de acordo e consenso. Na semana passada, ele conversou durante toda uma manhã com deputados de vários partidos. Para Bolsonaro, a fixação de idade mínima para homens e mulheres se aposentarem é fundamental.

Ao optar pelas medidas infraconstitucionais, o governo eleito tenta garantir que as propostas sejam aprovadas ainda este ano, pois quando há modificações na Constituição, o processo de votação passa por duas etapas na Câmara e no Senado, exigindo também um quórum de dois terços dos parlamentares.

O economista Paulo Guedes, confirmado para ocupar o Ministério da Economia (que deve reunir Fazenda, Planejamento e Indústria, Comércio Exterior e Serviços), recomenda que a discussão sobre o novo sistema para a Previdência seja ancorada na capitalização.

Privatizações e ajustes

Privatizações e ajuste fiscal também devem continuar sendo temas das reuniões nesta semana.

Guedes afirmou que a renegociação da dívida interna “está fora de questão” e que a futura equipe vai trabalhar para fazer reformas e vender ativos a fim de reduzir o endividamento do país.

Há indicações sobre a privatização de empresas, mas ainda não foram citados nomes pela equipe de transição. Em conversa com o governador eleito de São Paulo, João Doria (PSDB), ele confirmou que há um processo de desestatização em avaliação. Mas não entrou em detalhes.

Banco Central

Integrantes da equipe econômica confirmaram que há um consenso no governo eleito em favor da independência do Banco Central, assim como a necessidade de definir em breve o nome de quem comandará a instituição.

A preferência de Guedes é pela permanência de Ilan Goldfajn no cargo, já que ambos têm em comum a defesa do projeto de autonomia do BC, com mandato fixo de presidente não coincidente com o do presidente da República. Mas isso depende da “motivação” de Goldfajn.

Apesar de evitar antecipar sua decisão, Goldfajn esteve pessoalmente na Câmara dos Deputados para tratar do projeto de independência da instituição, o que, nos bastidores, sinaliza um entendimento sobre a eventual continuidade de Goldfajn no cargo.

Caso não se confirme Goldfajn no cargo, estão cotados o atual diretor de Política Econômica, Carlos Viana, os ex-diretores do banco Afonso Bevilaqua, Mário Mesquita e Beny Parnes; e o diretor do Santander, Roberto Campos Neto.

Fonte: Agênci

 

Tratamento que previne HIV está associado a redução no número de novos casos, diz estudo

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A implantação rápida, direcionada e de alta cobertura da profilaxia de pré-exposição (Prep) para homens que fazem sexo com homens foi associada a uma redução de 25% no número de novos casos de HIV em um ano em New South Wales, Austrália), de acordo com um estudo publicado no jornal científico “The Lancet HIV”.

Os diagnósticos em homens que fazem sexo com homens em New South Wales reduziram de 295 casos no ano anterior à implantação da PrEP para 221 casos no ano seguinte – os níveis mais baixos registrados desde o início da vigilância do HIV em 1985.

O declínio foi maior para infecções recentes por HIV (declínio de 32%, de 149 casos para 102 casos). Esses declínios foram maiores em homens com 45 anos ou mais, homens nascidos na Austrália e aqueles que viviam nos bairros gays de Sydney.

O estudo acompanhou 3.700 homens que haviam recebido a PrEP como parte da implantação do tratamento na região. Neste grupo, a incidência de infecção pelo HIV foi inferior a 1 em 2.000 por ano, em comparação com uma incidência esperada de 2 por 100 por ano ou mais, na ausência de PrEP.

Ensaios clínicos randomizados demonstraram previamente a eficácia da PrEP. Além disso, modelos matemáticos previram que a PrEP pode ter um impacto grande e rápido se implementada rapidamente e com alta cobertura para pessoas em risco. No entanto, estudos empíricos para confirmar a eficácia do nível de população da PrEP ainda não tinham testado estes achados.

O estudo em New South Wales foi possível devido ao sistema de vigilância existente para infecção recente por HIV na área, o que permitiu aos pesquisadores documentar rapidamente o efeito no nível da população da PrEP. Ele ilustra os sucessos possíveis com a implantação efetiva da PrEP.

Embora vários países, incluindo EUA, França e Inglaterra, tenham aprovado a PrEP para o HIV, a absorção até recentemente foi lenta e geograficamente desigual.

“Nossos resultados apoiam a eficácia em nível de população da PrEP um ano após a implementação rápida da PrEP em escala”, diz o professor Andrew Grulich, do Instituto Kirby da UNSW em Sydney.

“A PrEP é uma abordagem preventiva altamente eficaz quando implementada juntamente com altos níveis de testagem e tratamento do HIV. A implantação deve ser priorizada como um componente crucial da prevenção do HIV em epidemias que afetam predominantemente homens que fazem sexo com homens”.

O estudo recrutou 3.700 participantes com 18 anos ou mais de 21 clínicas em New South Wales. Todos os participantes do estudo tinham alto risco de infecção pelo HIV e receberam PrEP gratuitamente. O teste de HIV foi realizado um e três meses após a inscrição no estudo, e depois a cada três meses.

Entre os 3.700 participantes, 3.645 (99%) receberam a PrEP ou fizeram o teste de HIV pelo menos uma vez durante o acompanhamento. Durante o estudo de um ano, apenas dois homens foram infectados pelo HIV e esses homens não tinham aderido à PrEP.

Os autores descobriram que a adesão à PrEP era alta. No entanto, aproximadamente 30% dos participantes tinham adesão abaixo de 80%, mas isso também poderia indicar o uso da PrEP sob demanda ou a suspensão da PrEP após um período de comportamento de alto risco.

Em comparação com outros contextos internacionais, a implantação do PrEP em New South Wales foi mais rápida e com maior cobertura – atingindo a meta inicial de 3.700 participantes em PrEP em oito meses. Doze meses depois, o estudo tinha 7.621 participantes. No final do estudo, 9.714 pessoas estavam participando.

Prep no Brasil

Em dezembro de 2017, o governo brasileiro passou a disponibilizar no Sistema Único de Saúde (SUS) a terapia PrEP, que, por meio de um comprimido por dia, previne a infecção pelo HIV. Inicialmente, o remédio só foi disponibilizado para pessoas que são consideradas parte dos grupo mais vulneráveis ao HIV como profissionais do sexo, casais sorodiscordantes (quando um tem o vírus e o outro não), pessoas trans e homens que fazem sexo com homens.

O medicamento usado no Brasil é o Truvada. O medicamento não barra a entrada do vírus no organismo, mas age no seu processo de multiplicação dentro das células de defesa.

De acordo com o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, nos últimos dez anos o Brasil registrou 194.217 casos de infecção pelo HIV.

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Informamos que houve um avanço na
negociação do Acordo Coletivo de
Trabalho sobre a Participação nos Lucros
e Resultados (PLR) referente ao ano de
2017, e para este ano de 2018, estamos
nos organizando e pedindo a união dos
companheiros (as) para participarem da
COMISSÃO, e com isso, buscar mais
avanços na mesa de negociações , pois quem
conhece a realidade da empresa é o
trabalhador, o Sindicato é seu instrumento
de negociação.
Também tivemos algumas situações
inusitadas em que foi necessária a
manifestação do Sindicato para coibi-las,
lembramos que medidas foram tomadas e
serão também no futuro, caso persistam
essas situações.

Economia piora para 72% dos varejistas, aponta CNC

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O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) recuou 2,5% de julho para agosto, na série dessazonalizada, fechando o mês em 103,7 pontos. Os dados foram divulgados hoje (28), no Rio de Janeiro, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Ela atribui a queda “às frustrações decorrentes do fraco desempenho da economia, que fizeram com que 72% dos empresários do varejo observassem deterioração significativa do cenário econômico brasileiro nos últimos meses”.

O levantamento mostra que o subíndice que analisa a avaliação das condições da economia encolheu 6,1% na passagem de julho para agosto e, pela primeira vez em mais de dois anos, retrocedeu no comparativo anual, ao cair 2,6% em relação a agosto do ano passado.

Já a expectativa em relação ao desempenho econômico do país, ao fechar agosto em 133,7 pontos, atingiu seu menor patamar dos últimos 12 meses.

“A elevada incerteza do cenário político a menos de um mês e meio do primeiro turno das eleições nos leva a projetar um crescimento menor das vendas no segundo semestre”, justificou o chefe da Divisão Econômica da CNC, Fabio Bentes.

Para ele, “a desvalorização do real, o ritmo fraco do mercado de trabalho, as pressões de custos e o cenário externo mais desfavorável têm levado a economia e o comércio ao mais fraco ritmo de crescimento dos últimos meses”, enfatizou.

Geração de 34 mil postos de trabalho no varejo
Este cenário menos favorável ao consumo e as expectativas menos positivas para o setor levaram o subíndice relativo aos investimentos a acusar a mesma tendência dos demais indicadores do Índice de Confiança do Empresário do Comércio, recuando 0,9% de agosto para julho.

Apesar deste cenário negativo, dentre os componentes relativos aos investimentos, a contratação de funcionários aponta o futuro de forma mais positiva: acima dos 100 pontos, uma vez que mais da metade dos empresários do setor (56,9%) ainda pretende aumentar o quadro de funcionários nos próximos meses.

Com isso, a expectativa da CNC quanto à geração de postos de trabalho no varejo ainda se mantém positiva (+34 mil postos de trabalho em 2018), mesmo ante o menor otimismo diante das previsões traçadas no início do ano.

No ano passado, o comércio varejista já havia registrado seu primeiro saldo positivo de vagas formais, ao fechar o ano com a criação de 30,2 mil postos de trabalho, após acumular corte de 351 empregos formais durante a recessão.

Fonte: Agência Brasil

Nascidos em agosto já podem sacar abono salarial do PIS/Pasep

Trabalhadores da iniciativa privada nascidos em agosto e servidores públicos com inscrição no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) final 1 já podem sacar o abono salarial referente a 2017. O recurso está disponível a partir de hoje (16) até o dia 28 de junho de 2019.

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O pagamento do abono do PIS/Pasep ano-base 2017 começou no dia 26 de julho e a liberação do dinheiro para os trabalhadores é feito de acordo com o mês de nascimento ou o número final da inscrição, a depender do programa.

Conforme o calendário de pagamento, inscritos no Programa de Integração Social (PIS) que nasceram de julho a dezembro recebem o benefício ainda este ano. Já os nascidos entre janeiro e junho, terão o recurso disponível para saque no ano que vem. No caso do Pasep, servidores com inscrição final 0 a 4 recebem os recursos este ano; de 5 a 9 apenas ano que vem.

Em qualquer situação, o dinheiro ficará à disposição do trabalhador até 28 de junho de 2019, prazo final para o recebimento.

Os empregados da iniciativa privada, vinculados ao PIS, sacam o dinheiro nas agências da Caixa Econômica Federal. Para saber se tem algo a receber, a consulta pode ser feita pessoalmente, pela internet ou no telefone 0800-726-0207.

Para os funcionários públicos vinculados ao Pasep, a referência é o Banco do Brasil, que também fornece informações pessoalmente, pela internet e pelo telefone 0800-729-0001.

O valor que cada trabalhador tem para sacar é proporcional ao número de meses trabalhados formalmente em 2017. Quem trabalhou o ano todo recebe o valor cheio, que equivale a um salário mínimo (R$ 954). Quem trabalhou por apenas 30 dias recebe o valor mínimo, que é R$ 80.

Além do tempo de serviço, para ter direito ao abono o trabalhador deve estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter tido seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

O abono salarial do PIS/Pasep é um benefício pago anualmente com recursos provenientes do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), abastecido por depósito feitos pelos empregadores do país. Além do abono salarial, o FAT custeia o programa de Seguro-Desemprego e financia programas de desenvolvimento econômico. Os recursos do abono que não são sacados pelos trabalhadores no calendário estabelecido todos os anos retornam para o FAT, para serem usados nos demais programas.

Abono ano-base 2016

Também está aberto, desde 26 de julho, o novo período para o pagamento do abono salarial ano-base 2016. Quase 2 milhões de trabalhadores não retiraram os recursos no prazo, até 29 de junho deste ano, por isso foi aberto um novo período.

O valor chega a R$ 1,44 bilhão e ficará disponível para os trabalhadores que ainda não realizaram o saque até 30 de dezembro.

Fonte: Agência Brasil

O que é assedio moral?

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ASSÉDIO MORAL:

Assédio moral é a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras,
repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, o assédio moral pode
consistir em ataques verbais e físicos , bem como a desvalorização do trabalho de um colega ou isolamento
social, qualquer pessoa em qualquer organização pode ser vitima de assédio moral.
Como identificar o assédio moral?
 Sempre começar reunião amedrontando quanto ao desemprego ou ameaçar constantemente com
demissão.
 Subir em mesa e chamar a todos de incompetentes.
 Desmoralizar publicamente, afirmando que tudo esta errado, afirmar que seu trabalho é desnecessário
a empresa ou instituição.
 Desviar da função ou retirar material necessário a execução da tarefa, impedindo o trabalho.
 Hostilizar, não promover ou premiar colegas mais novos e recém-chegados a empresa e com menos
experiência, como forma de desqualificar o trabalho realizado.
O que a vitima deve fazer?
 RESISTIR: Anotar com detalhes todas as humilhações sofridas (dia, mês, ano, hora local ou setor, nome
do agressor, conteúdo da conversa e o que mais você achar necessário)
 EVITAR: Conversar com o agressor, sem testemunhas, ir sempre com um colega de trabalho ou
representante sindical.
 EXIGIR: Por escrito, explicações do ato agressor e permanecer com cópia da carta enviada ao D.P ou R.H
e da eventual resposta do agressor.
 BUSCAR APOIO: Junto aos familiares, amigos e colegas, pois o afeto e a solidariedade são fundamentais
para recuperação da autoestima, dignidade, identidade e cidadania.
 PROCURAR SEU SINDICATO: Relatar ao Sindicato, para que o mesmo posso te ajudar.
Lembre-se:
O assédio moral no trabalho não é um fato isolado, como vimos, baseia na repetição ao longo do tempo de
práticas vexatórias e constrangedoras, explicitando a degradação deliberada das condições de trabalho num
contexto de desemprego, sindicalização e aumento da pobreza urbana.
Ligue no sindicato, denuncie todo e qualquer abuso que estamos prontos para
defende-lo.
Sem Luta não haverá respeito! O sindicato Luta por Você!

 

Secretaria da Mulher da Força São Paulo lança folheto sobre os impactos da reforma

Em alusão ao Dia Internacional da Mulher, a Secretaria da Mulher da Força Estadual preparou um folheto sobre os impactos da reforma trabalhista. A ideia é pontuar os efeitos negativos que a nova lei promove com a mudança de mais de 100 pontos da CLT. Vale lembrar que entre as mudanças, há a possibilidade de gestantes trabalharem em condições insalubres e a perda do direito à Justiça Gratuita em casos de processos trabalhistas.

Além da reforma trabalhista, o material aborda a reforma da Previdência, projeto que pretendia elevar a idade mínima das mulheres se aposentarem para 62 anos e o tempo de contribuição para 40 anos.

O material ficará disponível no site da entidade para impressão durante todo o mês de março.

Nesta quinta, 8 de março, haverá palestras sobre violência doméstica, a nova lei trabalhista e a reforma da Previdência no Sindsaúde, que fica na Liberdade, em São Paulo. Confira a programação.

Fonte: Força Sindical São Paulo

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Campanha Salarial Social dos trabalhadores do setor de álcool e etanol

Na manhã desta segunda feira (05), o presidente do Sindicato dos Químicos de Itapetininga e Região, Jurandir P. de Souza, os diretores Laura, Josemar e Antônio, e o advogado da entidade, Dr. Gustavo, estiveram reunidos aos demais líderes sindicais filiados à FEQUIMFAR (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo), entidade filiada à Força Sindical e à CNTQ (Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico), para o Seminário de Negociação Coletiva que deu início às tratativas dos rumos a serem tomados na Campanha Salarial Social dos trabalhadores do setor de álcool e etanol.

Cabe ressaltar que é de fundamental importância a participação dos trabalhadores e trabalhadores na campanha salarial deste ano, pois com a reforma trabalhista que começou a vigorar em 11 de novembro de 2017, o único nstrumento que irá assegurar direitos mais favoráveis do que a reforma impõe, serão os acordos firmados pelos sindicatos representantes dos trabalhadores, junto às bancadas empresariais.

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Já começou  a entrega de material escolar

No dia 22 de Janeiro demos início a entrega do material escolar para todos os associados e associadas e seus dependentes. Todo início de ano letivo o Sindicato dos Químicos de Itapetininga entrega kits para os estudantes do pré, ensino fundamental, ensino médio e para quem esta cursando faculdade, todos os associados e associadas e seus dependentes recebem os kits que é a parte social do sindicato. Lembrando que sorteamos 400 cestas de Natal no final de ano. Precisamos estarmos unidos para avançarmos nos nossos direitos em especial na nossa convenção coletiva que garante nossos direitos.

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