Se o FGTS é a garantia do trabalhador em caso de demissão, por que o governo quer ficar com esse dinheiro por dois anos?🤔

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Sem preservativo, número de casos de sífilis explode no Brasil

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O Brasil enfrenta uma epidemia de sífilis, Doença Sexualmente Transmissível (DST) causada pela bactéria Treponema pallidum. O Ministério de Saúde admite a epidemia. A sífilis se manifesta inicialmente como uma ferida indolor, mais frequentemente localizada na genitália, no reto ou na boca. Em uma segunda fase, é caracterizada por lesões avermelhadas na pele, inclusive na palma de mãos e planta de pés. A partir daí, ocorre um período sem novos sintomas até a fase final (latência), que pode variar de meses a anos, levando a sérios danos para a saúde em geral e até à morte.

A médica ginecologista Juliana Pierobon, da Altacasa Clínica Médica, adverte que a população sexualmente ativa deve estar atenta e adotar medidas de prevenção, como a realização de exames médicos regulares e, principalmente, o uso de preservativo durante as relações sexuais. “A sífilis é um mal silencioso. Após a infecção inicial, a bactéria pode permanecer no corpo por décadas, para só depois manifestar-se novamente. A doença é grave e não pode ser negligenciada”, ressalta.

Dados do Boletim Epidemiológico de Sífilis – 2018, publicado em novembro passado pelo Ministério da Saúde, apontam aumento no número de casos dessa enfermidade em todo o país e em todos os cenários da infecção. Em comparação a 2016, houve crescimento de 28,5% na taxa de detecção de sífilis em gestantes, 16,4% na incidência de sífilis congênita e 31,8% na incidência de sífilis adquirida.

A sífilis é uma doença infectocontagiosa, sexualmente transmissível. Embora seja transmitida pelo contato sexual, na maioria dos casos, ela pode aparecer também em decorrência de transfusão de sangue, por contato direto com sangue contaminado ou na forma transplacentária, transmitida da mãe para o feto, em qualquer período da gestação.

“É muito importante alertar que um terço das pessoas que tem um parceiro infectado adquire a doença. Os sintomas são mais evidentes nos estágios iniciais, quando o risco de transmissão também é maior. Depois, a bactéria fica latente no organismo. Se a doença não for investigada e tratada, pode voltar com agressividade, levando o indivíduo, muitas vezes, a complicações graves, como doenças cardíacas, transtornos mentais, cegueira, paralisia e até mesmo à morte”, adverte a ginecologista da clínica Altacasa, na capital paulista.

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Por isso, a realização do teste de sífilis é fundamental, não só entre as gestantes, mas também entre os jovens, que em geral têm uma vida sexual mais ativa. É nesta faixa etária, inclusive, que foi registrado maior aumento de casos da doença nos últimos anos.

“Os jovens, que cada vez mais praticam sexo sem prevenção por não saberem muitas vezes do perigo das DSTs, precisam ser alertados. Acredito que o tema deveria ser discutido, inclusive, nas escolas e universidades. No caso das gestantes, é importante iniciar o pré-natal o mais cedo possível, com a inclusão do teste de sífilis (VDRL) no primeiro e no terceiro trimestre da gravidez, além de repetí-lo na hora da internação para o parto”, afirma a Dra. Juliana.

Teste é rápido e seguro

A sífilis tem cura. O tratamento é simples e feito com antibióticos. Todos que tiveram relação sexual sem proteção devem fazer o teste, que está disponível na rede pública de saúde.

“O teste que detecta a sífilis – e também o HIV – é rápido, seguro e sigiloso. É realizado a partir da coleta de uma gota de sangue da ponta do dedo. Depois de 20 minutos, em média, sai o resultado. O diagnóstico precoce é muito importante. Quanto mais rápida é a descoberta da sífilis, mais cedo é possível começar o tratamento, prevenindo doenças oportunistas. Além disso, a rápida conscientização sobre a doença possibilita que a pessoa não transmita a bactéria para seus parceiros.

 

 

Governo completa dois meses de ameaças a direitos e ao futuro do país

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 Em 60 dias, Executivo flexibilizou a posse de armas, tentou promover doutrinação em escolas, apresentou projeto anticrime condenado pela OAB e desmoralizou diplomacia brasileira

Na tarde de uma quinta-feira (14 de fevereiro), o presidente Jair Bolsonaro comandou uma reunião sobre a reforma da Previdência usando uma camisa do Palmeiras falsificada, dessas que se compram até por R$ 10 numa banca à porta do estádio.

Depois, junto com sua equipe, incluindo o “superministro” Paulo Guedes (Economia), posou para uma “foto oficial”, desta vez vestindo chinelos, uma calça talvez de náilon e um paletó sobre a mesma camiseta verde-limão, em frente a um quadro do consagrado artista brasileiro (e que foi comunista) Di Cavalcanti.

Se a intenção da “estratégia” de marketing era provocar repercussão nas redes sociais, foi um sucesso. Mas, decorridos dois meses da posse do presidente, nada parece mais simbólico de um governo eleito por meio de notícias falsas e determinado a implementar um projeto de retirada de direitos, subserviência aos Estados Unidos e afronta ao Estado laico do que aquelas imagens.

Um governo que, eleito por uma população amedrontada e clamando por segurança, flexibilizou a posse de armas, o que certamente aumentará ainda mais os apavorantes dados de que o país dispõe. Por exemplo, segundo o Atlas da Violência 2018, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), apenas entre 2006 e 2016, 553 mil pessoas morreram devido à violência intencional no Brasil. De 1980 e 2016, cerca de 910 mil pessoas foram mortas pelo uso de armas de fogo no país.

A flexibilização das armas se insere no contexto do Projeto de Lei Anticrime, apresentado pelo juiz Sergio Moro. A proposta é condenada por advogados e operadores do direito, já que seu efeito deve ser o aumento da violência e do encarceramento.

Enquanto se passaram os primeiros 60 dias de Bolsonaro, seus ministros protagonizaram episódios que poderiam ser cômicos, se não representassem uma realidade preocupante ou trágica.

A ministra da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, por exemplo, brindou os amantes da comédia e dos memes de redes sociais com preciosa pérola logo ao tomar posse, quando disse: “É uma nova era no Brasil: menino veste azul e menina veste rosa”, afirmou a ministra.

Mas não se trata de comédia. As declarações dos membros do governo brasileiro não causam perplexidade apenas pela retórica, mas pelos efeitos concretos que podem acarretar, como alimentar a intolerância já altíssima, por exemplo.

No Brasil de hoje, um deputado federal eleito, Jean Wyllys (Psol), optou por deixar o país por justificado medo de perder a própria vida, como perdeu a vereadora Marielle Franco, do Psol, barbaramente assassinada em março de 2018, um caso ainda não explicado pelas autoridades.

Relações exteriores e educação
Nas relações exteriores, as coisas não são diferentes. Depois de acenar com o afastamento da China, prometer transferir a embaixada brasileira em Israel de Tel Aviv para Jerusalém e ameaçar detonar o Mercosul, o Brasil do ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo entra de cabeça na estratégia dos Estados Unidos de minar, se possível à força, o governo de Nicolás Maduro na Venezuela.

Não se sabe se a promessa a Israel ou a ameaça ao Mercosul se cumprirão, já que esse governo se notabiliza por frequentemente voltar atrás de promessas e ameaças.

Quanto à Venezuela, o Brasil de Araújo e Bolsonaro tenta cumprir as determinações explicitadas por um presidente acostumado a bater continência aos norte-americanos, participando do “esforço de ajuda humanitária” ao povo venezuelano.

Araújo recebeu o autoproclamado presidente venezuelano Juan Guaidó na noite dessa quinta-feira (28), em Brasília, para um jantar. Antes, nesta mesma quinta, o chefe do Itamaraty prometeu manter “apoio irreversível e incondicional à libertação” da Venezuela.

A postura diplomática do Brasil tem provocado perplexidade entre diplomatas e analistas. “É algo inédito. Não existe na história do Brasil nada parecido. Não existe nada parecido em nenhum país do mundo”, disse, por exemplo, o embaixador e ex-secretário geral do Itamaraty Samuel Pinheiro Guimarães à RBA há um mês.

A perplexidade chegou ao ponto de o prêmio Nobel de Economia em 2013, Robert Shiller, afirmar em Davos: “Ele (Bolsonaro) me dá medo. O Brasil é um grande país e merece algo melhor”.

E na Educação, outra pasta que qualquer democracia séria do mundo trata como estratégica, no atual governo virou motivo de piada. Comandado pelo colombiano naturalizado brasileiro Ricardo Velez Rodriguez, o ministério foi o protagonista do último vai-e-vem do governo.

Depois de “pedir” às escolas, por meio de carta do MEC, que obrigassem as crianças a cantar o Hino Nacional e repetissem o slogan da campanha “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”, o que provocou indignação e reação de professores, escolas públicas e privadas no país inteiro, Vélez Rodriguez voltou atrás. “Eu percebi o erro e tirei essa frase”, disse o ministro à imprensa.

Mas, como no caso dos outros ministérios, as consequências provocadas por um governo que prega a “escola sem partido” podem ser insuperáveis em décadas.

Fonte: Rede Brasil Atual

Como é se aposentar no Chile, o 1º país a privatizar sua Previdência

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Enquanto o Brasil busca mudar a sua Previdência para, segundo o governo Michel Temer, combater um rombo fiscal que está se tornando insustentável para as contas públicas, o Chile, o primeiro país do mundo a privatizar o sistema de previdência, também enfrenta problemas com seu regime.

Reformado no início da década de 1980, o país abandonou o modelo parecido com o que o Brasil tem hoje (e continuará tendo caso a proposta em tramitação no Congresso seja aprovada) – sob o qual os trabalhadores de carteira assinada colaboram com um fundo público que garante a aposentadoria, pensão e auxílio a seus cidadãos.No lugar, o Chile colocou em prática algo que só existia em livros teóricos de economia: cada trabalhador faz a própria poupança, que é depositada em uma conta individual, em vez de ir para um fundo coletivo. Enquanto fica guardado, o dinheiro é administrado por empresas privadas, que podem investir no mercado financeiro.Trinta e cinco anos depois, porém, o país vive uma situação insustentável, segundo sua própria presidente, Michelle Bachelet. O problema: o baixo valor recebido pelos aposentados.A experiência chilena evidencia os desafios previdenciários ao redor do mundo e alimenta um debate de difícil resposta: qual é o modelo mais justo de Previdência?Impopular
Como as reformas previdenciárias são polêmicas, impopulares e politicamente difíceis de fazer, não surpreende que essa mudança profunda – inédita no mundo – tenha sido feita pelo Chile em 1981, durante a ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990).De acordo com o economista Kristian Niemietz, pesquisador do Institute of Economic Affairs ( IEA, Instituto de Assuntos Econômicos, em português), o ministro responsável pela mudança, José Piñera, teve a ideia de privatizar a previdência após ler o economista americano Milton Friedman (1912-2006), um dos maiores defensores do liberalismo econômico no século passado.

Hoje, todos os trabalhadores chilenos são obrigados a depositar ao menos 10% do salário por no mínimo 20 anos para se aposentar. A idade mínima para mulheres é 60 e para homens, 65. Não há contribuições dos empregadores ou do Estado.

Chile adotou sistema privado durante ditadura de Augusto Pinochet

Agora, quando o novo modelo começa a produzir os seus primeiros aposentados, o baixo valor das aposentadorias chocou: 90,9% recebem menos de 149.435 pesos (cerca de R$ 694,08). Os dados foram divulgados em 2015 pela Fundação Sol, organização independente chilena que analisa economia e trabalho, e fez os cálculos com base em informações da Superintendência de Pensões do governo.

O salário mínimo do Chile é de 264 mil pesos (cerca de R$ 1,226.20).

No ano passado, centenas de milhares de manifestantes foram às ruas da capital, Santiago, para protestar contra o sistema de previdência privado.

Como resposta, Bachelet, que já tinha alterado o sistema em 2008, propôs mudanças mais radicais, que podem fazer com que a Previdência chilena volte a ser mais parecida com a da era pré-Pinochet.

‘Exemplo de livro’
De acordo com Niemietz, o modelo tradicional, adotado pela maioria dos países, incluindo o Brasil, é chamado por muitos economistas de “Pay as you go” (Pague ao longo da vida).

Ele foi criado pelo chanceler alemão Otto von Bismarck nos anos 1880, uma época em que os países tinham altas taxas de natalidade e mortalidade.

“Você tinha milhares de pessoas jovens o suficiente para trabalhar e apenas alguns aposentados, então o sistema era fácil de financiar. Mas conforme a expectativa de vida começou a crescer, as pessoas não morriam mais (em média) aos 67 anos, dois anos depois de se aposentar. Chegavam aos 70, 80 ou 90 anos de idade”, disse o economista à BBC Brasil.

“Depois, dos anos 1960 em diante, as taxas de natalidade começaram a cair em países ocidentais. Quando isso acontece, você passa a ter uma população com muitos idosos e poucos jovens, e o sistema ‘pay as you go’ se torna insustentável”, acrescentou.

Segundo Niemietz, a mudança implementada pelo Chile em 1981 era apenas um exemplo teórico nos livros de introdução à Economia.

“Em teoria, você teria um sistema em que cada geração economiza para sua própria aposentadoria, então o tamanho da geração seguinte não importa”, afirmou ele, que é defensor do modelo.

Para ele, grande parte dos problemas enfrentados pelo Chile estão relacionados ao fato de que muitas pessoas não podem contribuir o suficiente para recolher o benefício depois – e que essa questão, muito atrelada ao trabalho informal, existiria qualquer que fosse o modelo adotado.

No Brasil, a reforma proposta pelo governo Temer mantém o modelo “Pay as you go”, em que, segundo economistas como Niemietz, cada geração passa a conta para a geração seguinte.

Para reduzir o rombo fiscal, Temer busca convencer o Congresso a aumentar a idade mínima e o tempo mínimo de contribuição para se aposentar.

No parecer do deputado Arthur Maia (PPS-BA), relator da proposta, mulheres precisariam ter ao menos 62 anos e homens, 65 anos. São necessários 25 anos de contribuição para receber aposentadoria. Para pagamento integral, o tempo sobe para 40 anos.

Na prática
De acordo com o especialista Kaizô Beltrão, professor da Escola de Administração Pública e de Empresas da FGV Rio, várias vantagens teóricas do sistema chileno não se concretizaram.

Segundo ele, esperava-se que o dinheiro de aposentadorias chilenas poderia ser usado para fazer investimentos produtivos e que a concorrência entre fundos administradores de aposentadoria faria com que cada pessoa procurasse a melhor opção para si.

Ele explica que, como as administradoras são obrigadas a cobrir taxas de retornos de investimentos que são muito baixas, há uma uniformização do investimentos. “A maior parte dos investimentos é feita em letras do Tesouro”, diz.

Além disso, segundo Beltrão, “as pessoas não têm educação econômica suficiente” para fiscalizar o que está sendo feito pelas administradoras, chamadas AFPs (administradoras de fundos de pensão).

Essas cinco empresas juntas cuidam de um capital acumulado que corresponde a 69,6% do PIB do país, de acordo com dados de 2015 da OCDE (Organização para Desenvolvimento e Cooperação Econômica), grupo de 35 países mais desenvolvidos do qual o Chile faz parte.

As maiores críticas contra o sistema chileno se devem às AFPs, que abocanham grande parte do valor das aposentadorias das pessoas. De acordo com Beltrão, o valor pago às administradoras não é muito transparente, pois é cobrado junto ao valor de seguro em caso de acidentes.

Justo ou injusto?
A BBC Brasil perguntou ao especialista em desigualdade Marcelo Medeiros, professor da UnB (Universidade de Brasília) e pesquisador do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e da Universidade Yale, qual modelo de previdência é o mais justo – o brasileiro ou o chileno.

“Justo ou injusto é uma questão mais complicada”, disse. “O justo é você receber o que você poupou ou é reduzir a desigualdade? Dependendo da maneira de abordar esse problema, você pode ter respostas distintas.”

De acordo com Medeiros, o que existe é uma resposta concreta para qual modelo gera mais desigualdade e qual gera menos desigualdade.

“A previdência privada só reproduz a desigualdade ao longo do tempo”, explicou.

O sistema “Pay as you go” brasileiro é comumente chamado de “solidário”, pois todos os contribuintes do país colocam o dinheiro no mesmo fundo – que depois é redistribuído.

Mas Medeiros alerta para o fato de que a palavra “solidária” pode ser enganosa, pois um fundo comum não é garantia de que haverá redução da desigualdade.

“Esse fundo comum pode ser formado com todo mundo contribuindo a mesma coisa ou ele pode ser formado com os mais ricos contribuindo mais”, explicou. “Além disso, tem a maneira como você usa o fundo. Você pode dar mais dinheiro para os mais ricos, você pode dar mais dinheiro para os mais pobres ou pode dar o mesmo valor para todo mundo”, acrescentou.

Atualmente, o Brasil possui um fundo comum, mas tende, segundo o professor, a replicar a distribuição de renda anterior. “Ele dá mais mais dinheiro para quem é mais rico e menos para quem é mais pobre”, disse.

“Se é justo ou injusto, isso é outra discussão, mas o sistema brasileiro replica a desigualdade passada no presente”.

Reformas no Chile e no Brasil
As diferentes maneiras de se formar e gastar um fundo comum deveriam ser, segundo Medeiros, o foco da discussão da reforma no Brasil, cujo projeto de reforma enviado ao Congresso mantém o modelo “solidário”, ou “pay as you go”.

O pesquisador aponta que há quase um consenso de que o país precisa reformar sua Previdência. “A discussão é qual reforma deve ser feita.”

No Chile, Bachelet já tinha em 2008 dado um passo rumo a um modelo que mistura o privado e o público – criou uma categoria de aposentadoria mínima para trabalhadores de baixa renda financiada com dinheiro de impostos.

Agora, ela propõe aumentar a contribuição de 10% para 15% do salário. Desse adicional de 5%, 3 pontos percentuais iriam diretamente para as contas individuais e os outros 2 pontos percentuais iriam para um seguro de poupança coletiva. De acordo com o plano divulgado pelo governo, a proposta aumentaria as pensões em 20% em média.

Bachelet também propõe maiores regulamentações para as administradoras dos fundos, em sintonia com as demandas dos movimentos que protestaram no ano passado. Um dos grupos, por exemplo, chama-se “No+AFP” (Chega de AFP, em português).

Esta reportagem é resultado de uma consulta da BBC Brasil a seus leitores. Questionados sobre quais dúvidas tinham sobre Reforma da Previdência, eles enviaram mais de 80 questões. As melhores dúvidas foram colocadas em votação e a pergunta vencedora – que recebeu 207 de 651 votos – indagava quais as diferenças entre o modelo de Previdência brasileiro e o do Chile e qual dos dois sistemas tinha se mostrado o mais justo. Esta reportagem é o resultado da investigação feita a partir da pergunta enviada pelo leitor.

Fonte: BBC Brasil

 

 

TW – Espumatw espuam

🎅🏾Assembleia para⛄️ aprovação do acordo coletivo e entrega🍁 de panetones ❄️ para os associadosn TW Espumas em Capivari SP🎄

Juntos somos mais fortes 🤶🏻

 

 

 

 

 

Cientistas israelenses desenvolvem colírio que repara córneas e cura miopia.

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Uma equipe de cientistas israelenses está desenvolvendo uma espécie de colírio que pode curar córneas danificadas e corrigir de vez a miopia.

Os “nanodrops”, foram chamados assim pelos oftalmologistas da Universidade Bar-Ilan, em Jerusalém.

O colírio já foi testado em porcos e o resultado foi positivo.

A próxima fase é o teste em seres humanos que segundo previsões sera realizada até o final do ano, o tratamento eliminaria de vez a necessidade do uso do óculos ou lentes.

Além disso, a equipe de pesquisa descobriu que os “nanodrops” poderiam ser desenvolvidos para criar correção de visão multifocal para que pudessem ver coisas a várias distâncias semelhantes aos efeitos do uso de óculos bifocais.

Dr. David Smadja, um dos pesquisadores envolvidos revela que ainda não sabe quanto tempo o colírio deverá ser aplicado até a visão estar completamente reparada.

Mas, se for comprovadamente bem-sucedida, o tratamento seria um método revolucionário de melhorar a visão.

Em uma palestra na  conferência médica, em Jerusalém,  Dr David Smadja, contou com a presença de mais de 350 pessoas, entre médicos e enfermeiros, da qual salientou a importância dessa inovação, se for aprovada para ser feita em seres humanos.

Nós torcemos para que sim!

* Nota: As informações e sugestões contidas neste artigo têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas.

Com informações: Razões para Acreditar & Good News Network
Capa: Master Sgt. Cohen A. Young

Mercado reduz de 4,40% para 4,23% estimativa de inflação para 2018

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A estimativa de instituições financeiras para a inflação este ano caiu pela terceira vez seguida. De acordo com pesquisa do Banco Central (BC), divulgada hoje (12), em Brasília, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve ficar em 4,23%. Na semana passada, a projeção estava em 4,40%.

Para 2019, a projeção da inflação foi ajustada de 4,22% para 4,21%. Não houve alteração na estimativa para 2020: 4%. Para 2021, passou de 3,97% para 3,95%.A meta de inflação, que deve ser perseguida pelo BC, é 4,5% este ano. Essa meta tem limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a meta é 4,25% com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.Já para 2020, a meta é 4% e 2021, 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente).Taxa básica de juros
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano.Segundo o mercado financeiro, a Selic deve permanecer em 6,5% ao ano até o fim de 2018.Para 2019, a expectativa é de aumento da taxa básica, terminando o período em 8% ao ano e permanecendo nesse patamar em 2020 e 2021.Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação.A manutenção da taxa básica de juros, como prevê o mercado financeiro este ano, indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.Crescimento econômico
As instituições financeiras mantiveram a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, em 1,36% em 2018, e em 2,50% nos próximos três anos.Câmbio
A expectativa para a cotação do dólar segue em R$ 3,70 no fim deste ano, e passou de R$ 3,80 para R$ 3,76 no término de 2019.Fonte: Agência Brasil

Eleição dos metalurgicos de Tatui

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Nos dias 24 e 25 de outubro os diretores Josemar e Gustavo e o Presidente Jurandir participaram da eleição do Sindicato dos Metalúrgicos de Tatuí.

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A negociação com a Usina Vista Alegre
referente à data-base foi concluída mediante
realização de mesa redonda junto ao
Ministério do Trabalho e Emprego (MTE),
realizada no dia 04 de setembro de 2018, às
14 horas. Sendo certo que já haviam
ocorridas outras reuniões entre Sindicato e
empresa, sem que tivéssemos qualquer índice
de reajuste por parte da Vista Alegre, que se
manifestou formalmente ao Sindicato,
alegando inúmeras dificuldades e que se
encontra em processo de recuperação judicial
e, diante dos fatos, não pode contemplar
nossas reivindicações, inclusive do reajuste
correspondente à inflação do período maio
de 2017 à abril de 2018 e de aumento real
de 2%, motivo esse, que nos levou a pedir a
realização de mesa redonda, onde fomos
auxiliados pelo Ministério do Trabalho e
Emprego.
Em audiência no Ministério do Trabalho,
após vários questionamentos sobre a
necessidade de obter-se algum índice de
reajuste, a empresa aceitou manter as
cláusulas sociais previstas em Acordo
Coletivo de Trabalho e também em corrigir
os salários dos trabalhadores (as) com
contratos vigentes entre 1º maio de 2017 à
30 de abril de 2018, aplicando o índice
inflacionário desse período em 1,69%, que
será aplicado ao salário retroativo à maio de
2018.
Importante lembrar, que a nossa database é 1º de maio, e embora a negociação
tenha sido difícil, a data-base está mantida,
mesmo diante de um cenário nada favorável
aos trabalhadores (as), haja vista o momento
político que atravessamos no Brasil, isso até
explica todas as dificuldades que vários
sindicatos estão encontrando nas negociações,
razão pela qual o nosso sindicato ainda não
havia chegado ao consenso e, assim, não
tínhamos o que apresentar aos nossos
companheiros (as) que trabalham no parque
industrial da Usina Vista Alegre e que são
representados pelo Sindicato dos Químicos.
Ressaltamos que mesmo diante de tudo
isso, o Sindicato não deixou de insistir nas
reivindicações dos companheiros (as) e
esperamos poder contar com a compreensão
e apoio de todos, para as futuras negociações,
pois as negociações acontecem o ano inteiro,
além da data-base, nos demais acordos
existentes.

Receita da indústria de máquinas e equipamentos cai 4,1% em julho

Segundo a Abimaq, a queda mensal já era prevista devido à sazonalidade e às vendas represadas por conta da paralisação dos caminhoneiros no final de maio. Balanço da Abimaq indica ainda crescimento de 4,7% no acumulado do ano

A setor de máquinas e equipamentos registrou queda de 4,1% nas receitas em julho na comparação com o mês anterior, de acordo com balanço divulgado hoje (28) pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). Ante o mesmo período do ano passado, houve crescimento de 10,6%, e no acumulado de 2018, a elevação foi de 4,7%.

Segundo a Abimaq, a queda mensal já era prevista devido à sazonalidade e às vendas represadas por conta da paralisação dos caminhoneiros no final de maio. “Em relação ao ano de 2017, houve um crescimento importante, mas ainda distante dos valores alcançados durante o período pré-crise, cuja receita girava ao redor de R$ 11 bilhões”, diz a entidade.

Segundo as análises da Abimaq, o alto índice de ociosidade da economia, combinado com elevado grau de incertezas, tem inviabilizado grandes investimentos. “Ainda assim, a expectativa é que o setor encerre o ano de 2018 com um crescimento acumulado ao redor de 7% em relação ao ano de 2017, puxado principalmente pelas exportações”, de acordo com relatório da entidade.

Os dados mostram ainda que as exportações no setor caíram 20,3% em relação ao mês de junho, também influenciadas pelo represamento provocado pela greve dos caminhoneiros. Com relação a julho de 2018, a queda foi de 3,3%. No acumulado do ano, houve recuo de 13,9% ante o mesmo período de 2017. Já as importações, andaram no sentido contrário, registrando crescimento de 11,7% em relação a junho e 21% em relação a julho de 2017.

Segundo o balanço, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) na indústria de máquinas e equipamentos cresceu em julho, chegando a 77,3%. A média anual está em 5,7 pontos percentuais, acima da média de 2017, reflexo das vendas no mercado externo e doméstico. Mesmo assim no acumulado do ano houve queda de 4,9% no Nuci.

De acordo com os dados divulgados pela Abimaq, o mês de julho foi fechado com 298,6 mil pessoas ocupadas na indústria de máquinas e equipamentos, um aumento de 0,9%, em relação ao mês de junho de 2018, que já havia crescido 0,2%. Na comparação com julho do ano passado, houve aumento de 3,3% no número de postos de trabalho. No acumulado do ano, o aumento de pessoas empregadas no setor totalizou 10 mil.

Fonte: Agência Brasilmáquinas

Crise atrai mulheres para força de trabalho

Com o desemprego ainda elevado e o avanço da informalidade, as mulheres estão ampliando sua presença na força de trabalho para complementar a renda familiar, principalmente por meio de atividades por conta própria (venda de alimentos por exemplo) e do trabalho doméstico.

Por Thais Carrança/Valor Econômico

A histórica distância que separa a participação feminina da masculina no mercado de trabalho tem diminuído no Brasil nos últimos anos. De 2015 para cá, 3,5 milhões de mulheres foram para a força de trabalho. Poderia ser uma boa notícia, mas essa mudança é conjuntural, uma consequência direta da recessão.

Com o desemprego ainda elevado e o avanço da informalidade, as mulheres estão ampliando sua presença na força de trabalho para complementar a renda familiar, principalmente por meio de atividades por conta própria (venda de alimentos por exemplo) e do trabalho doméstico.

A mineira Sheila Carlos Oliveira, de 46 anos, é um exemplo dessa nova realidade. Dona de casa, a moradora de Belo Horizonte passou a vender pão de queijo e linguiça para ajudar a pagar as contas da família, após o marido perder o emprego de economista em uma empresa de engenharia.

“Eu não terminei minha faculdade, por causa de filho e de casa, e nunca trabalhei fora. Aí me vi numa situação em que precisava ajudar”, diz Sheila. “Meu marido começou a trabalhar como Uber e eu pensei comigo ‘o que eu sei fazer bem demais é cozinhar’, aí comecei a fazer pão de queijo e linguiça, tudo com ingredientes de primeira qualidade e tempero caseiro”, conta ela, orgulhosa.

Há três meses, seu marido voltou a trabalhar na mesma empresa, mas teve de aceitar um salário menor. Assim, Sheila segue vendendo seus produtos, e o filho mais velho do casal, de 22 anos e que faz faculdade com um financiamento do Fies, trabalha como motorista da Uber para ajudar a família. Para manter a filha de 13 anos na escola particular, a mineira ainda faz faxina na casa do pai em troca do dinheiro da mensalidade.

Como Sheila, outras mulheres voltaram ou entraram pela primeira vez no mercado de trabalho sob efeito da crise. Com isso, e uma queda da participação dos homens – mão de obra historicamente mais cara e formalizada -, a distância entre a participação masculina e feminina diminuiu.

A taxa de participação na força de trabalho é o percentual de pessoas em idade de trabalhar (14 anos ou mais, no Brasil) empregadas ou em busca de trabalho, em relação ao total de pessoas nessa faixa etária.

Entre os homens, essa taxa costuma ser superior a 70% – o que significa que sete em cada dez homens em idade de trabalhar estão ocupados ou procurando emprego. Já entre as mulheres, o índice sempre foi mais baixo, em torno de 50%, devido à maior ocupação delas com o trabalho doméstico e o cuidado de crianças e idosos, além das condições desiguais do mercado de trabalho.

Antes da recessão, entre 2012 e meados de 2014, a distância entre a taxa de participação feminina e masculina era, em média, de 22,2 pontos percentuais, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua. Com o início da crise, essa diferença começou a diminuir, queda que se acentuou a partir de 2016. Desde o segundo trimestre de 2017, esse “gap” está em cerca de 19,5 pontos percentuais.

Marilane Teixeira: Estado e homens se beneficiam da desigualdade Foto: Fabrice Desmonts

“Até o fim de 2017, o emprego melhorou para o trabalho informal e muito pouco para o formal, ou seja, ‘melhorou’ por consequência negativa da crise”, observa Cosmo Donato, economista da LCA Consultores. “Assim, visando complementar a renda familiar, as mulheres podem ter ingressado no mercado de trabalho como conta própria”, afirma.

Tiago Barreira, consultor do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV), também credita o aumento da participação feminina no mercado de trabalho no ano passado ao avanço da informalidade e do trabalho por conta própria.

“O trabalho doméstico, por exemplo, cresceu mais de 4,3% em dezembro de 2017, na variação interanual”, lembra o economista. “Isso pode ter contribuído para o ganho de participação feminina na população economicamente ativa”, avalia.

O movimento mais recente vai na contramão daquele visto entre 2003 e 2012, quanto o crescimento da taxa de participação feminina na força de trabalho desacelerou em toda a América Latina, como resultado da melhora da renda e do avanço das políticas sociais na região.

A taxa de participação feminina na força de trabalho na América Latina cresceu a um ritmo médio de 0,9 ponto percentual ao ano entre 1992 e 2002, caindo a 0,3 ponto percentual ao ano na década seguinte, aponta estudo dos economistas argentinos Leonardo Gasparini e Mariana Marchionni, da Universidad Nacional de La Plata.

Conforme a pesquisa, divulgada em abril pelo Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (IPC-IG/Pnud), embora a desaceleração tenha sido generalizada, ela foi particularmente mais perceptível entre mulheres casadas e vulneráveis.

“As mulheres casadas e com menor escolaridade são mais propensas a atuar como trabalhadoras secundárias, ou seja, geralmente decidem se trabalham ou não dependendo das condições de trabalho e rendimentos de seus cônjuges”, explicam Gasparini e Mariana, em entrevista ao Valor. Por causa disso, o trabalho dessas mulheres geralmente tem comportamento anticíclico: a participação aumenta em crises e diminui em momentos de crescimento econômico.

De acordo com Aguinaldo Maciente, coordenador de mercado de trabalho do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), são vários os fatores que impedem uma maior participação das mulheres no mercado de trabalho, principalmente das mais pobres. Entre eles, estão a insuficiência de creches e de instituições públicas de cuidado para idosos. A persistência dessa desigualdade impede uma redução maior da pobreza.

“O impacto sobre a pobreza certamente é muito grande; a impossibilidade de a mulher desempenhar uma profissão fora de casa prejudica o acesso de várias famílias a um patamar de renda superior”, diz Maciente.

Para o especialista, a alteração dessa realidade depende não só de políticas públicas, mas também de maior conscientização para uma mudança dos papéis sociais de gênero no cuidado familiar, além da valorização de boas práticas no mercado de trabalho, como premiação e maior visibilidade para empresas que promovam ativamente a igualdade de gênero.

Marilane Teixeira, professora da Unicamp, reforça que a desigualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho não é algo natural ou fruto de uma escolha das mulheres. “Tanto o Estado como os homens se beneficiam dessa condição”, afirma. “O Estado porque não precisa oferecer determinadas políticas públicas, e os homens porque podem se dedicar às suas carreiras.”

Fonte: Valor Econômicomulheres-trabalhando

As 5 dúvidas mais comuns sobre o PPP – Perfil Profissiográfico Previdenciário

PPP

18 de junho de 2017

Como você faria para provar que esteve exposto a situações de risco durante o tempo em que trabalhou em uma determinada empresa? Quais documentos reuniria? Você sabe por onde começar?

Neste post vamos falar do Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP), uma exigência da previdência e que garante ao trabalhador a comprovação das condições durante todo o tempo que esteve empregado. Reunimos abaixo as cinco dúvidas mais comuns sobre o documento para esclarecer qual asua finalidade e aplicação:

 

1. O que é o PPP?

O PPP é definido pelo artigo 271 da Instrução Normativa INSS/Pres nº45, de 06 de agosto de 2010 como “um documento histórico-laboral do trabalhador que reúne, entre outras informações, dados administrativos, registros ambientais e resultados de monitoração biológica, durante todo o período em que este exerceu suas atividades”.

Ou seja, ele é um grande histórico da vida do funcionário, com a descrição de todas as atividades e os períodos em que ele as exerceu, os agentes nocivos a que esteve exposto (com a intensidade e concentração dos mesmos), os exames médicos clínicos e os dados referentes às empresas. O modelo está disponível no anexo XV da Instrução Normativa já citada.

 

2. Qual a importância do PPP?

Obrigatório desde 2004, o PPP é de extrema importância a todos os trabalhadores, em especial aos que trabalham ou já trabalharam expostos a agente nocivos como periculosidade ou insalubridade. Por ser um histórico das atividades, ele concentra todos os dados da vida laboral do trabalhador e pode ser solicitado sempre que for necessário.

Ele também tem o papel de mostrar quais as condições do ambiente de trabalho e o impacto disso na saúde do empregado. Por isso ele se torna tão necessário quando alguém deseja requerer algum tipo de aposentadoria especial.

 

3. Qual a finalidade do PPP?

Sua principal função é comprovar à perícia do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) as condições de trabalho de uma pessoa para habilitá-la ou não aos benefícios trabalhistas, em especial o auxílio-doença. A Instrução Normativa nº 45 também estabelece outras três finalidades:

• Oferecer provas ao trabalhador para que ele garanta todos os direitos decorrentes da relação de trabalho, seja ele individual ou difuso e coletivo;

• Oferecer provas à empresa, organizando as informações de forma individual ao longo dos anos para evitar ações judiciais indevidas provenientes de trabalhadores insatisfeitos;

• Fornecer uma base de informações fidedignas para os administradores públicos e privados, que pode ser utilizada para desenvolver ações de vigilância sanitária, epidemiológica e políticas em saúde coletiva.

 

4. Quem deve preencher o PPP?

O PPP é obrigatório para todas as empresas que expõe seus empregados a agentes nocivos, químicos, físicos, biológicos ou associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física.

Também é obrigatório para as que estão sujeitas ao Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) e ao Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), de acordo com Norma Regulamentadora nº 9 da Portaria nº 3.214/78 do MTE. Ou seja, todas as empresas devem emitir o PPP a seus funcionários, inclusive microempresas e empresas de pequeno porte.

É a própria empresa que deve preenchê-lo, com base no Laudo Técnico de Condições Ambientais de Trabalho (LTCAT), expedido pelo médico do trabalho ou pelo engenheiro de segurança do trabalho. Os dados devem ser detalhados e assinados pelo responsável pelas informações contidas no documento, seja ele o engenheiro de segurança de trabalho, o médico do trabalho, ou o responsável legal pela empresa.

As informações constantes no PPP são única e exclusivamente do trabalhador. A Lei nº 9.029, de 13 de abril de 1995, determina que é crime discriminar alguém pelas informações contidas ou divulgá-las para terceiros.

 

5. Qual a consequência de não preencher o PPP?

Se o documento não for emitido ao funcionário do ato de sua demissão, a empresa pode ser penalizada com uma multa que varia de R$ 636,17 a R$ 63.617,35, de acordo com a gravidade do caso.

É por isso que todo trabalhador deve exigir seu documento quando for sair de uma empresa. Deixar para reunir essas informações apenas quando for encaminhar a aposentadoria pode ser uma dor de cabeça desnecessária, com informações ausentes, empresas que fecharam as portas ou que implantaram novos processos que descaracterizam aquilo que foi vivido pelo trabalhador.

 

Entenda como será a campanha de vacinação contra o sarampo e a pólio

 

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A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e o Sarampo começa na próxima segunda-feira (6). A meta é imunizar mais de 11 milhões de crianças com idade entre 1 ano e menores de 5 anos, público mais suscetível a complicações de ambas as doenças. O Dia D de mobilização está previsto para 18 de agosto, um sábado, quando cerca de 36 mil postos de saúde em todo o país estarão abertos.

Este ano, a vacinação será feita de forma indiscriminada, ou seja, todas as crianças dentro da faixa-etária estabelecida serão imunizadas – mesmo as que já estão com o esquema vacinal completo. Neste caso, a criança vai receber um outro reforço. A campanha ocorre em meio a pelo menos dois surtos de sarampo no Brasil, em Roraima e no Amazonas. No caso da pólio, 312 municípios registram baixas taxas de cobertura vacinal contra a doença.Veja a seguir algumas das principais perguntas e respostas relacionadas à campanha, com base em informações divulgadas pelo Ministério da Saúde:Quando e onde ocorre a campanha?
Entre 6 e 31 de agosto, com o Dia D agendado para 18 de agosto, em postos de saúde de todo o país.Qual o foco da campanha?
Crianças com idade entre 1 ano e 5 anos incompletos (4 anos e 11 meses).Crianças que já foram vacinadas anteriormente devem ser levadas aos postos?
Sim. Todas as crianças com idade entre 1 ano e menores de 5 anos devem comparecer aos postos. Quem estiver com o esquema vacinal incompleto receberá as doses necessárias para atualização e quem estiver com o esquema vacinal completo receberá outro reforço.Qual a vacina usada contra a pólio?
Crianças que nunca foram imunizadas contra a pólio vão receber a Vacina Inativada Poliomielite (VIP), na forma injetável. Crianças que já receberam uma ou mais doses contra a pólio vão receber a Vacina Oral Poliomielite (VOP), na forma de gotinha.Qual a vacina usada contra o sarampo?
A vacina contra o sarampo usada na campanha é a Tríplice Viral, que protege também contra a rubéola e a caxumba. Todas as crianças na faixa etária estabelecida vão receber uma dose da Tríplice Viral, independentemente de sua situação vacinal, desde que não tenham sido vacinadas nos últimos 30 dias.Adultos participam da campanha?
Não. A campanha tem como foco crianças com idade entre 1 ano e menores de 5 anos.Mesmo não sendo foco da campanha, adultos precisam de alguma das duas doses?
Sim. Conforme previsto no Calendário Nacional de Vacinação, adultos com até 29 anos que não tiverem completado o esquema na infância devem receber duas doses da Tríplice Viral e adultos com idade entre 30 e 49 anos devem receber uma dose da Tríplice Viral. O adulto que não souber sua situação vacinal deve procurar o posto de saúde mais próximo para tomar as doses previstas para sua faixa etária.Fonte: Agência Brasil

Reforma trabalhista: serviços e comércio criaram 75% das vagas intermitentes

De acordo com matéria desta quarta-feira (01), publicada no portal G1, os setores de serviços e comércio criaram maioria das vagas intermitentes e parciais após a reforma trabalhista que entrou em vigor em novembro passado. Novas modalidades, porém, representam menos de 10% do total das vagas criadas neste ano e ficam abaixo da estimativa do governo.

Após a entrada em vigor da reforma trabalhista, 26 mil empregos foram criados no setor de serviços e no comércio / Foto: Divulgação

A matéria do G1 destaca que desde a entrada em vigor da reforma trabalhista, o setor de serviços e o comércio foram responsáveis por mais de 75% das vagas criadas nas modalidades de trabalho intermitente e regime parcial. É o que mostra levantamento feito pelo G1 com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho (MTE).

Os números apontam ainda que a criação de vagas nas novas modalidades regularizadas pela reforma representam cerca de 7% do total de 392 mil postos abertos no país neste ano – abaixo da previsão inicial do governo, que tinha a expectativa de que a reforma criasse dois milhões de empregos em 3 anos.

O trabalho intermitente ocorre esporadicamente, em dias alternados ou por algumas horas, e é remunerado por período trabalhado. Já o regime de trabalho parcial é aquele em que o empregado tem até 30 horas semanais de serviço contratado.

De novembro de 2017, quando a reforma entrou em vigor, até junho de 2018, foram criadas 35 mil vagas de trabalho nessas duas modalidades – sendo 26 mil concentradas no setor de serviços e no comércio. Já o setor da indústria criou 4,1 mil vagas (11%), enquanto a construção abriu 3,6 mil (10%).

Isoladamente, o setor de serviços lidera a criação de postos intermitentes e em regime parcial. No período analisado, o setor criou 8,5 mil vagas de trabalho intermitente e 7,4 mil em regime parcial. O número significa que, de todas as vagas criadas nessas duas modalidades de trabalho, 45% foram no setor de serviços.

Já o comércio, sozinho, representa uma fatia de 30% do total de vagas de trabalho intermitente e em regime parcial criadas desde a reforma trabalhista.

Funções que mais abrem postos

Entre as funções que criam vagas de trabalho intermitente, as que apareceram com mais frequência nos dados mais recentes do Caged, de junho, foram: assistente de vendas,recepcionista,alimentador de linha de produção, servente de obras, garçom, cozinheiro, faxineiro, pedreiro, carregador e vigilante.

O MTE também aponta que os profissionais com ensino médio são maioria entre os que aceitam uma vaga de trabalho intermitente.

Em junho, 77% das vagas nessa modalidade foram preenchidas por pessoas com esse nível de escolaridade. Já no trabalho em regime parcial, foram 60% das vagas.

Já no regime de trabalho parcial, as funções mais comuns foram: vendedor de comércio, assistente administrativo, repositor de mercadorias, operador de caixa, auxiliar de escritório, faxineiro, operador de telemarketing, recepcionista, motorista de ônibus e embalador.

Vagas das novas modalidades são menos de 10% do total

Desde a entrada em vigor da reforma trabalhista, o país já teve a criação de cerca de 35 mil vagas de trabalho intermitente e em regime parcial. Dessas, aproximadamente 30 mil foram criadas em 2018. O número representa 7% do total de 392 mil vagas criadas no país de janeiro a junho.

Além disso, o número de vagas criadas por mês ainda está abaixo da previsão feita pelo governo quando a reforma foi aprovada.

A estimativa era que, com as novas regras, seriam criadas 55 mil vagas por mês considerando apenas o trabalho intermitente.
O economista Thiago Xavier, da Tendências Consultoria, diz que já era esperado que o impacto da reforma sobre o saldo de vagas de emprego no Brasil não seria imediato, apontando que as novas regras não bastam para que o mercado de trabalho se recupere.
“O que vai gerar vagas vai ser o quanto a atividade econômica cresce e a capacidade de absorção do mercado de trabalho. A reforma trabalhista por si só não vai impulsionar o emprego”, afirma Xavier.

Ele acrescenta que a baixa representatividade das novas modalidades de trabalho é resultado de uma combinação de fatores, incluindo uma sensação de indefinição por parte das empresas. “Precisa de tempo para que as empresas se sintam seguras de criar empregos nessas novas modalidades.”

Em todo o ano de 2017, a economia brasileira fechou 20.832 postos de trabalho formais. Foi o terceiro ano seguido em que houve mais demissões do que contratações no país.

Fitas similares às de glicemia são desenvolvidas em MG para identificar fraude em carnes vendidas no país

Técnica da Funed e UFMG é capaz de identificar carnes de cavalo, jumento, cachorro e até de gato em produtos processados no local de venda, sem necessidade de levar material para laboratório.

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ma nova tecnologia que pretende agilizar a descoberta de fraudes em carnes vendidas no país está sendo desenvolvida pela Fundação Ezequiel Dias (Funed), em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Trata-se de uma fita parecida com a que mede a taxa de glicemia. Em vez de o produto ser analisado em laboratório, a fiscalização pode ir até as fazendas, frigoríficos e supermercados para fazer os testes cujos resultados são imediatos.

“As pesquisas são muito promissoras. A fita tem uma tecnologia de biossensor. Já tínhamos feito ensaios in vitro, em laboratório. As análises demoram de três a cinco horas. Mas com a fita, o resultado sai em cinco minutos”, disse o professor Luiz Heneine, coordenador da pesquisa.

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A fita reage com o produto analisado e é capaz de identificar carnes de cavalo, jumento, cachorro e até de gato em produtos processados.

Por causa dos cortes em pesquisas por parte do poder público, a equipe de Heneine teve que buscar investimento na iniciativa privada. “Já entramos com o pedido de patente que está sendo analisado pela UFMG e Funed. Empresas também estão analisando a pesquisa”, disse o coordenador.

Caso o investimento seja aprovado, a expectativa é que um protótipo seja desenvolvido em dois anos. “Hoje existe o método ‘Elisa’ que é um processo cheio de etapas, muito suscetível há falhas. O nosso projeto pretende simplificar a verificação das fraudes fazendo com que os produtores honestos e consumidores não sejam prejudicados”, disse ele.

 

Agência de classificação de risco manteve a nota de crédito do País em BB-, três graus abaixo do chamado grau de investimento 2 Gabriel Bueno da Costa, O Estado de S.Paulo 01 Agosto 2018 | 14h13

A Fitch manteve nesta quarta-feira, 1º, o rating soberano do Brasil em BB-, com perspectiva estável. De acordo com a agência, os fatores econômicos que impedem a elevação da nota de crédito são fraquezas estruturais nas finanças públicas e alto endividamento. A Fitch também avaliou o cenário eleitoral do País, afirmando que o ambiente político é “desafiador”, em meio a uma corrida eleitoral “imprevisível e fragmentada”.

Segundo a empresa de classificação de risco, não está claro quem pode chegar ao provável segundo turno e há incerteza sobre o ritmo, o escopo e a qualidade dos ajustes da política após a disputa nas urnas.

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Segundo a Fitch, ambiente político no Brasil é “desafiador”, em meio a uma corrida eleitoral “imprevisível e fragmentada”. Foto: Brendan McDermid/Reuters

Outra incerteza citada pela agência é quanto à base no Congresso do vencedor, fator que será importante para garantir a governabilidade e o avanço nas reformas “necessárias para melhorar a perspectiva para as finanças públicas e o crescimento”.

Sobre a nota, a agência afirmou que pesam ainda as perspectivas de crescimento “fracas” da economia, assim como um panorama político “desafiador” e dificuldades relacionadas à corrupção.

Por outro lado, o rating é não caiu já que a agência considera haver diversidade econômica e instituições civis consolidadas, com renda per capita mais alta que a mediana dos países do rating igual.

“A capacidade de absorver choques externos é apoiada por seu câmbio flexível, desequilíbrios externos pequenos, posição de reservas internacional robusta, uma posição externa líquida como credor externo soberano e por mercados domésticos desenvolvidos de dívida do governo, além de uma parcela pequena da dívida em moeda estrangeira no total da dívida do governo”, afirma a Fitch.

Na opinião da agência, o Brasil passa por uma recuperação “moderada” em 2018, com previsão de crescimento de 1,5%. A greve nos caminhoneiros, as condições de financiamento externo mais apertadas e as “contínuas” incertezas políticas relacionadas ao ciclo eleitoral contêm a retomada, aponta a Fitch. Entre 2019 e 2020, ela prevê que o crescimento do País fique em média em 2,5%.

Déficit de 8% do PIB

Na avaliação da agência, o déficit fiscal do Brasil segue grande e deve recuar apenas gradualmente, o que aumenta a vulnerabilidade a choques. Segundo ela, o déficit fiscal do governo deve seguir elevado, em cerca de 8% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018, bem pior que a mediana de 3% dos países com rating BB.

A dívida do governo deve atingir 77,5% do PIB em 2018 e continuará a avançar em 2019 e 2020, diz a agência. A consolidação fiscal no médio prazo dependerá do sucesso do próximo governo para combater os desafios fiscais, argumenta a agência. A Fitch cita ainda a inflação “moderada” e os déficits em conta corrente “baixos”.

Rebaixamento em fevereiro

Dias depois de o governo desistir de votar a reforma da Previdência, em fevereiro, a Fitch rebaixou a nota de crédito soberano do Brasil, de BB para BB-.

Com o rebaixamento, o Brasil ficou três graus abaixo do chamado grau de investimento – uma espécie de selo de bom pagador, que indica que determinada região é segura para os investidores.

STI Químicos de Itapetininga realiza assembleia na empresa Sicad do Brasil para tratar sobre custeio das atividades sindicais.

Dando  continuidade às assembleias que tratam sobre o custeio das atividades sindicais, a direção do STI Químicos Itapetininga e Região  esteve na tarde desta segunda-feira, na empresa Sicad do Brasil, situada em Capivari/SP.
Durante a assembleia, o pres. da entidade sindical, Jurandir P. de Souza, esclareceu sobre  a importância dos trabalhadores estarem juntos com o Sindicato na luta pela manutenção dos direitos conquistados ao longo dos anos, pois somente com união e cooperação é  que iremos impor conquistas mais favoráveis do que reforma trabalhista que entrou em vigor no ano passado.
Fortaleça o seu Sindicato na luta pelos seus direitos. Juntos somos mais fortes!

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Março Mulher: Pela manutenção e respeito aos nossos direitos

O Dia 8 de Março marca um dia de luta das mulheres de ontem e de hoje, pela equidade de gênero e pela garantia e respeito aos nossos direitos trabalhistas, previdenciários, civis, políticos e sociais.Mesmo com toda essa avalanche trazida pela reforma trabalhista e que precarizou as relações de trabalho, principalmente no que tange às mulheres trabalhadoras, temos consciência de ser o momento de mostrar ainda mais vigor em nosso empenho e ações em benefício de nossas bandeiras.

Nossos esforços, conjuntos de mulheres e homens, são pela manutenção de nossos direitos e respeito a tudo o que conquistamos até aqui! Além disso, buscamos a igualdade de oportunidades e equidade de gênero, por mais participação e representação em cargos de decisão no movimento sindical, na política e em todos os espaços! Temos que buscar a participação permanente das mulheres nas discussões de políticas públicas na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

Parabenizamos todas as companheiras pelo Dia 8 de Março e uma homenagem especial a todas aquelas guerreiras que nos sucederam, fazendo história, com ações e participações importantes que resultaram em grandes conquistas!

Laura Santos,
Coordenadora do Departamento da Mulher da FEQUIMFAR e
Diretora financeira do STI Itapetininga

Diretor do STI Químicos de Itapetininga particpa  da 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde
    O diretor do STI Químicos de Itapetininga e Região, Gustavo Yuri, participou da 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde (CNVS), que aconteceu entre os dias 27 de fevereiro e 02 de março. O objetivo do evento foi a elaboração da Política Nacional de Vigilância em Saúde, que vai nortear as ações do Ministério da Saúde na área. A conferência, organizada pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS), foi  realizada no Centro de Eventos da Ascade, em Brasília.
      Com o tema central Vigilância em Saúde: Direito, Conquistas e Defesa de um Sistema Único de Saúde (SUS) Público de Qualidade, a conferência reuniu cerca de 2 mil pessoas para a construção de uma política que fortaleça as ações de promoção e proteção à saúde dos brasileiros e brasileiras.

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Químicos de Itapetininga presente no carnaval dos aposentados contra a Reforma da Previdência

Na manhã desta terça-feira, 30 de janeiro, diretores do Sindicato dos Quimicos de Itapetininga e Região, participaram do carnaval dos aposentados, que percorreu a Av. Paulista e encerrou-se em frente ao Masp ( Museu de Arte de São Paulo).

O carnaval do aposentados foi uma forma de protesto contra a retirada de direitos e a Reforma da Previdência.

A escola de samba “Unidos dos Aposentados” é composta por alas temáticas, divididas em cores, com mínimo de 250 componentes cada, que protestaram com cartazes e bandeiras durante o ato.

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“Acordo” da Petrobras com EUA é o maior escândalo de corrupção da história do Brasil

Enquanto a Globo repete, dia e noite, que o acordo foi vantajoso para a estatal, a verdade começa a vir a tôna.

A Globo é uma máquina de destruição em massa!

Como assim, ver a Petrobras pagar, para um punhado de especuladores norte-americanos, uma quantia maior que o seu lucro de um ano inteiro, é um bom negócio?

Foi uma pilhagem sem paralelo na história recente!

Pior, a Petrobras assumiu a culpa antes mesmo de um parecer do Departamento de Justiça. Ou seja, assumiu a culpa antes mesmo de ser julgada.

O governo brasileiro não fez nenhuma gestão em defesa da empresa.

É o maior escândalo de corrupção da história do país, feito assim, nas barbas do Ministério Público, do Judiciário, do Executivo e da imprensa brasileira!

Lava Jato?

O que a Lava Jato descobriu foram propinas pagas pelas próprias empreiteiras. Não houve desvio de dinheiro da Petrobras, cujas obras eram avaliadas por um corpo técnico de mais de 60 engenherios, cuja competência jamais foi questionada!

Depoimentos de vários delatores sempre confirmaram que o dinheiro das propinas saída do caixa das empresas!

A Petrobras não tinha que indenizar ninguém, quanto mais um punhado de abutres norte-americanos!

A narrativa, porém, foi outra, porque havia interesse político em derrubar o governo Dilma e entregar a gestão da estatal para um entreguista a serviço das petroleiras internacionais.

Ao cabo, quem cometeu os piores crimes foram a própria Lava Jato e a atual gestão da estatal.